Peter x Otto - Spinning Spinneret
Peter x Otto - Canon x Canon - Homem-Aranha (2002-2007) - Gay, romance, diferença de idade, preliminares, tentáculos (braços mecânicos), masturbação
Disclaimer: Homem-Aranha e seus personagens pertencem à Marvel, Sony Pictures e Sam Raimi. Esse é um trabalho de ficção feito de fã para fãs e sem fins lucrativos.
"Otto..." Peter gemeu, piscando os olhos devagar e os focando em Octavius, que estava ajoelhado entre as pernas abertas dele, com dois dos braços mecânicos erguidos, pinças abertas e câmeras focadas nele.
Otto sorriu para Peter. O rapaz se remexia na cama, respirando com dificuldade e já praticamente sem forças nas mãos do cientista (e dos braços metálicos), e eles só tinham começado! Mas Otto sabia que devia esperar tal coisa já que era Outono e, desde a picada da aranha, Peter tinha desenvolvido alguns instintos aracnídeos, como ter algo semelhante a uma "época de acasalamento" durante a estação.
O cientista segurou a mão direita do herói, virando-a até poder ver o pequeno padrão de pele em forma de teia logo no pulso desse. Ele se inclinou para mais perto, com o braço superior direito imitando o movimento, olhos e câmera se focando nas pequenas aberturas.
Não importava quanto tempo fazia que Otto conhecia o rapaz – e o super-herói –, ele sempre se encontrava fascinado pelas habilidades não-humanas de Peter.
De todas as mutações físicas de Peter, a mais interessante para Octavius eram suas "fiandeiras". Que curioso, que interessante! Otto já tinha deslizado suas mãos pelos braços de Peter, se perguntando ocasionalmente se conseguiria sentir as glândulas de seda entre os músculos poderosos desse, e deixando que seus dedos brincassem com àquela área de pele levemente porosa graças às várias pequenas fiandeiras no pulso de Peter, às vezes sentindo as maiores se moverem em baixo de seu toque.
Por um bom tempo, Octavius quis examinar, não só as habilidades de produção de teia do herói, mas todas as suas outras mutações. Sim, Otto era um físico, mas ele ainda tinha um pouco de conhecimento em outras áreas da ciência. A única razão pela qual ele não tinha ido mais a fundo quanto aquilo era por que ele não tinha certeza de como Peter iria reagir, sentindo que aquilo podia parecer um tanto estranho, se não muito invasivo. Mas uma vez que Peter já tinha dado à Connors a chance de examinar algumas de suas naturezas aracnídeas, talvez não fosse tão estranho quanto Otto esperava.
Peter murmurou alguma coisa sem sentido, abrindo a mão e tocando a bochecha de Otto, sentindo com a ponta dos dedos a textura da barba que começava a crescer. Octavius se inclinou contra o toque, virando o rosto para apertar um beijo contra a palma de Peter, o ouvindo suspirar.
Ele pressionou mais beijos na mão de Peter, antes de voltar sua atenção novamente para o pulso desse. E Otto se permitiu fazer o que cientistas normalmente faziam: experimentar.
Ele levou seus lábios até aquela área e beijou a pele com padrão de teia, em que se escondiam as fieiras de Peter. Ele se inclinou, respirando sobre elas e a reação foi imediata.
Peter tremeu, um gemido escapando por entre seus lábios. Otto desviou o olhar, encontrando dois olhos azuis bem abertos e focados nele. Àquele ponto, Otto já sabia bem como ler o rapaz com facilidade, ele sabia quando era melhor parar. Mas o modo como Peter olhava para ele enquanto se remexia na cama, com a cueca parecendo bem mais volumosa que antes, mostrava que ele não queria que Otto parasse.
Mantendo os olhos em Peter, Otto se inclinou para mais perto, respirando diretamente sobre as fieiras. Peter gemeu mais uma vez, puxando o braço de modo fraco e instintivo.
"Gosta disso, Peter?" Otto perguntou, segurando o pulso do herói antes que pudesse ser puxado para longe.
Peter assentiu, se ajeitando na cama, os movimentos cheios de necessidade, mas de algum modo ainda tímidos. Os braços mecânicos vieram em sua direção, acariciando seu corpo e o ajudando a ficar parado.
"Não fique provocanto..." Peter choramingou, mas não lutou mais contra as mãos do cientista ou os outros braços, deixando que sua mão livre deslizasse pelas espirais de metal.
Otto riu, o que arrancou mais uma reação do rapaz. Ele apertou os lábios contra as fiandeiras e Peter gemeu, fechando os olhos. Otto continuou beijando aquela área, sentindo a superfície porosa e estranha com seus lábios.
Otto já tinha tocado as fieiras de Peter antes, primeiro por curiosidade científica, mas mas tarde apenas como um toque carinhoso. Ele sabia que aquela área era sensível, ficando ainda mais sensível quando Homem-Aranha tinha passado o dia inteiro balançando de prédio em prédio; e, mesmo com Peter se sentindo um pouco nervoso de deixar que outros tocassem seus pulsos, ele sempre aceitava quando Octavius se oferecia para massagear aquela área e relaxar sua tensão.
O cientista tinha se enamorou com o modo que o rapaz derretia com seu toque, corando como um tomate cada vez que ele acariciava aquele ponto sensível. Vez ou outra um pouco de seda saia, grudando nos dedos de Otto, o que nunca deixava de surpreendê-lo.
A mistura entre a experimentação científica e carinho romântica foi o que levou Octavius a beijar aquela área um dia. E ele não tinha ficado nada surpreso com a reação do outro. Aquele foi o primeiro de muitas futuras vezes em que Peter permitiria que Otto explorasse suas fiandeiras.
O que os levou a este momento, com os dois na cama, com um Peter semi-nú e um Otto curioso, fazendo de refém os pulsos do rapaz...
Peter gemeu, arquenado as costas enquanto o cientista continuava beijado os pequenos buraquinhos sensíveis, tremendo cada vez que Otto se afastava, sua respiração fazendo o corpo de Peter se arrepiar apesar do calor que o envolvia completamente.
O mais velho o observava atentamente, sentindo suas próprias calças ficando mais apertadas, mas ele manteve sua atenção focada no pulso do outro homem, deixando que os braços mecânicos fizessem tudo o que ele desejava poder fazer com ele. Eles envolveram Peter, se enrolando em seu corpo; "Larry" segurou a cintura do rapaz, o mantendo no lugar, enquanto "Harry" se enrolou na coxa esquerda de Peter, descansando as pinças fechadas perto do membro escondido desse; "Moe" envolveu os ombros de Peter, descendo por cima de seu ombro e descansando sobre seu peito, perto de seus mamílos, enquanto "Flo" assistia tudo silenciosamente, dando à Otto uma segunda visão do rapaz.
Em pensar que aquelas coisas já tinham desejado matar Peter, agora tudo o que eles queriam fazer era dar-lhe prazer; algo pelo qual ambos homens estavam muito gratos.
Lançando um olhar para Peter, como que para ter certeza de que o rapaz ainda estava prestando atenção à ele, Otto apertou mais um beijo sobre a pele em forma de teia antes de abrir os lábios.
Peter soltou um som alto e estrangulado ao sentir a língua do outro tocar suas fiandeiras. Otto sentiu seu namorado tremer, reconhecendo aquela reação, sabendo que era um bom sinal, um sinal para ele continuar o que estava fazendo.
Otto gentilmente lambeu os pequenos buracos, sentindo como tremiam levemente. Era tão interessante. Os dedos de Peter abriam e fechavam, como se ele não soubesse o que fazer. E Otto sentia tanta vontade de tocar Peter, acariciar seu membro até o rapaz estar chorando de prazer em baixo dele, mas ele se segurou. Talvez ele pudesse fazer Peter gozar só com sua língua...
Ainda assim, determinado a dar para seu jovem amante ainda mais do que ele já estava oferecendo, ele tomou a outra mão de Peter na sua. O rapaz pereceu confuso por um momento, até ele sentir o polegar do cientista apertar contra o interior de seu outro pulso.
"Oh, céus..." Ele arfou, para a alegria de Otto.
O cientista continuou pressionando o polegar contra o pulso direito, enquanto sua língua cuidava do pulso esquerdo. Ele podia sentir a fieira principal tremer e abrir em baixo de sua língua, e ele ousou a empurrar mais a fundo.
"Ah!" Peter quase gritou, antes de sua voz se tornar um choramingo baixo.
A pele do outro lado do pequeno buraco era quente e macia. Otto empurrou a língua para dentro um pouco mais, rindo baixinho ao ouvir Peter gritar novamente.
Ele puxou a língua para fora por um momento, apertando os dedos contra os músculos logo em baixo daquela área, antes de chupar a pele do pulso de Peter.
"M-Merda!" A palavra foi interrompida por um gemido alto, Peter atirou a cabeça contra os travesseiros, seu corpo arqueando o máximo que conseguia com os braços mecânicos ainda o segurando. "O-Otto, por favor...!" Ele repetiu aquela palavra como um mantra, tremendo cada vez que Otto chupava seu pulso.
Por um momento Octavius quis soltar o outro pulso de Peter e levar sua mão para suas próprias calças, mas ele se impediu. Ao invés disso, "Flo" se moveu, enrolando-se em volta de uma das coxas de Otto - assim como "Harry" fazia com Peter - e se apertando contra o membro duro do cientista. Ele gemeu, o som vibrando contra a pele de Peter.
Otto sentiu o gosto estranhamente doce da seda de Peter em sua língua, a textura era estranha e grudenta, mas não desagradável. Ele até gostava, desde a primeira vez em que um pouco daquilo acabou em seus lábios por acidente. Mas dessa vez ele notou que era muito mais do que algumas gotas de seda líquida.
Ele ousou chupar com mais força, lambendo a fieira maior, até que ele sentiu aquele sabor diferente praticamente explodir em sua boca enquanto Peter soltava um gemido alto de prazer.
Otto já conhecia aquele gemido especifico, sabendo sem precisar ver que Peter tinha finalmente chegado à seu limite, e ele não pôde deixar de gemer também ao sentir seu próprio membro tremer.
O rapaz perdeu suas forças, respirando com dificuldade e choramingando baixinho enquanto as ondas de prazer rolavam por seu corpo.
Otto abriu os olhos, os focando em Peter, e ele se perguntou como ainda não tinha chegado ao seu próprio climáx com tal visão diante dele. Com o cabelo desarrumado, grudando em sua pele graças ao suor, Peter tremia, os olhos bem fechados, ainda perdido em seu prazer. Uma mancha já tinha se formado na frente de sua cueca. Ele era tão lindo...
Otto rolou a língua, notando que fios de teia cobriam seus lábios e seu queixo, se prendendo em sua barba; e sua outra mão, ainda segurando o outro pulso de Peter, estava coberta com a mesma quantia de teias, fios de seda se enrolando no pulso do rapaz e nos dedos do cientista.
Ele não estava esperando tanta seda assim; e ele tinha quase certeza de que Peter também não esperava por tal coisa. Octavius sorriu, sentiu uma estranho sensação de orgulho ao ver como tinha afetado o outro.
Ele soltou um som suave, um leve "tsk tsk" e Peter abriu os olhos, os orbes azuis ainda um pouco distantes.
"Que bagunça você vez..." O cientista comentou, brincando com os fios entre seus dedos. Ele levou um dedo aos lábios, chupando e mantendo os olhos focados no rapaz.
Se o rosto de Peter era capaz de ficar ainda mais vermelho, ele definitivamente ficou.
"C-culpa sua..." Ele retrucou, voz trêmula e fraca, mas ele sorriu.
Comentários
Postar um comentário