Peter x Otto - On your knees, hero
Peter
x Otto - Canon x Canon - Homem-Aranha (2002-2007) - Gay, romance,
diferença de idade, blowjob, roleplay, tentáculos (braços mecânicos), face fucking
Disclaimer: Homem-Aranha e seus personagens pertencem à Marvel, Sony Pictures e Sam Raimi. Esse é um trabalho de ficção feito de fã para fãs e sem fins lucrativos.
“Ora, ora, o que é isso?” O Doutor Octopus riu, um som ao mesmo tempo surpreso e interessado. “Você está ficando excitado?” Um dos braços mecânicos deslizou para baixo, se apertando contra a virilha do herói. O Homem-Aranha grunhiu, apertando os dentes cerrados. O cientista sorriu torto, a mão que segurava a cabeça do herói ergueu seu rosto. “Está gostando disso, Homem-Aranha? Estar nas garras do seu inimigo?”
“O que quer que encha mais a o seu ego, Ocky.” O Homem-Aranha fez piada com um sorriso, que o doutor podia ver uma vez que a máscara estava erguida até o nariz do rapaz. Octavius olhou de modo desaprovador para o rapaz, mas só por um momento, antes de sorrir satisfeito ao puxar a cabeça do herói para trás, arrancando outro grunhido baixo desse. Seus olhos estudaram o rosto do herói, se demorando nos lábios desse, tão rosados e de aparência suave.
Octopus soltou a máscara do Homem-Aranha, se afastando. Mas antes que o herói pudesse sequer pensar em se mover, os braços de metal o puxaram para baixo, o forçando a ficar de joelhos. Céus, o cientista tinha realmente cansado ele com essa última luta. Ele ouviu o som de uma fivela de cinto sendo desfeita e ergueu o olhar, desviando os olhos nervosamente das mãos de Ock para os olhos desse, escondidos atrás dos óculos escuros. O doutor riu com a expressão surpresa do vigilante ao finalmente abrir suas calças.
O Homem-Aranha encarou o membro de seu inimigo, enquanto Octavius o tocava, endurecendo entre os dedos do cientísta. Ele sentiu seu próprio membro se mover, escondido pela roupa colorida, e se xingou mentalmente pela reação.
“Por que não damos um melhor uso para essa sua boca irritante, hum?” Ock grunhiu. O Homem-Aranha ergueu o olhar e, embora seus olhos estivessem escondidos pelas lentes da máscara, ele esperava que Octopus pudesse ver o modo como ele o encarava, determinado, dizendo sem palavras para o outro ir em frente e tentar alguma coisa.
E foi exatamente isso que Doutor Octopus fez, inclinando o herói para a frente com a força de seus braços mecânicos, antes de agarrar tanto a máscara do Homem-Aranha quanto o cabelo em baixo dela. Ele puxou, trazendo o herói para mais perto até seu pau tocar a bochecha desse. Homem-Aranha tentou se mover, sentindo os braços o apertando com mais força.
O vilão grunhiu ao sentir a barba rala do herói contra sua pele sensível. Ele guiou seu pau até os lábios do herói.
“Abra.” Ele comandou, empurrando a glande gorda contra aqueles lábios rosados, cobrindo-os com pré-gozo enquanto eles abriam, lentamente, deixando a respiração do outro cair sobre ele. Ock continuou empurrando até o outro desistir, e ele sibilou quando seu pênis finalmente deslizou para dentro da boca de seu inimigo. “Isso aí…”
O doutor se moveu devagar, mas o Homem-Aranha sabia que ele não estava fazendo aquilo para o ajudar a se acostumar com aquela sensação. Ele encarou o outro homem como se seus olhos pudessem fazer alguma coisa, mas era quase impossível ignorar o que ter o membro de Octavius pesando sobre sua língua estava fazendo com ele. Ele se remexeu, tentando impedir seus quadris de se moverem, procurando algum tipo de estímulo.
O Homem-Aranha se sentiu engasgar quando o membro de Octopus desceu ainda mais fundo em sua boca. Ele respirou fundo pelo nariz, tentando acalmar sua garganta. Mas Ock soltou um gemido baixo, se mantendo ali, com o pau descansando na boca de Homem-Aranha. Ele afagou a cabeça do herói de um modo quase gentil demais.
“Isso…” Ele disse em lufadas, sorrindo torto para o outro. “Muito bem, bom garoto…” O Homem-Aranha não pôde segurar o som que veio do fundo de sua garganta ao ouvir aquelas palavras, e muito menos pôde ignorar como elas o fizeram se sentir. O sorriso de Octopus cresceu. “Isso, agora chupe.”
O aracnídeo não reagiu, nem se moveu, ele só encarou o cientista. O sorriso de Ock diminui um pouquinho e suas sobrancelhas grossas se uniram. Usando ambas as mãos dessa vez, ele agarrou a cabeça do herói e o puxou para frente, enterrando seu pau na boca pequena desse. O Homem-Aranha engasgou alto, soltando um gorgolejo surpreso do fundo da garganta e ficando tenso embaixo dos braços mecânicos.
“Peter?” O pênis deslizou para fora da boca do rapaz e esse respirou fundo, tossindo algumas vezes. “Você está bem?”
“Tô…” Peter riu baixinho enquanto tossia. “Você só me pegou desprevenido…”
“Sinto muito.” Otto acabou a cabeça de Peter, esperando o rapaz se recuperar.
“Você realmente entrou no papel, hein, Doutor Octopus…” Peter sorriu para Otto.
“O que eu posso dizer?” O doutor riu com um rolar de ombros. Sua mão deslizou para o rosto de seu namorado, limpando um pouco de saliva misturada com pré-gozo com o polegar. “Ver um certo herói de joelhos à minha frente é uma visão bem excitante.”
Embora metade do rosto do rapaz estivesse coberto, Otto pôde ver o rubor que tomou boa parte da pele dele. Peter sorriu, beijando os dedos do doutor.
“Tá legal.” Ele respirou fundo mais uma vez. “Vamos continuar.”
“Tem certeza?”
“Pode crer.” E para provar tal coisa, Peter abriu a boca e esperou. Otto acariciou o rosto do mais novo uma última vez, antes de deslizar seu pênis ainda excitado para dentro da boca desse, e então agarrou sua máscara e cabelo mais uma vez.
O Homem-Aranha gemeu baixinho com o puxão.
“Engasgar não vai te tirar dessa situação, Aranha.” Ock grunhiu, deslizando seu pau duro para fora, antes de o empurrar para dentro com facilidade, era como se o herói estivesse finalmente desistindo, dando controle a ele. “Embora eu tenha que admitir que prefiro o som de você engasgando no meu pau do que o de suas piadas idiotas e constantes.”
O Homem-Aranha revirou os olhos por trás das lentes prateadas, mas relaxou sua mandíbula, deixando que o vilão deslizasse em cima de sua língua. Talvez fosse melhor deixar que ele terminasse aquilo logo.
Os dedos segurando a cabeça do herói, puxaram com mais força.
“Eu mandei chupar.” Doutor Octopus sibilou. “Você pode seguir uma simples instrução, não pode, aracnídeo?”
Homem-Aranha bufou pelo nariz, antes de afundar as bochechas e começar a chupar, com força.
Ock arfou e gemeu, surpreso. Ele puxou o herói para longe com força, tomando um momento para processar e se recuperar. Homem-Aranha sorriu ao ver as pernas de seu inimigo tremendo.
“Que tal essa chupada, Ocky?” Ele disse.
O sorriso de Peter tremeu levemente, mostrando que eles podiam parar caso o outro quisesse…
Ock o lançou um olhar irritado, balançando a cabeça, mas o canto de seus lábios se ergueram levemente. Os braços mecânicos apertaram o herói com mais força, o fazendo grunhir, mas não era um grunhido de dor. O vilão agarrou a cabeça do herói mais uma vez, o forçando a engolir seu pau mais uma vez. Homem-Aranha gemeu com a invasão, mas aos poucos fez como tinha sido mandado antes.
“Ah, sim…” Octopus ficou parado por um momento, simplesmente aproveitando a sensação de estar de volta na boca do herói. “Isso mesmo…” E então ele começou a moveu seus quadris, deslizando seu membro sobre a língua de Homem-Aranha enquanto o herói continuava chupando.
O Homem-Aranha permaneceu parado, deixando seu inimigo foder sua garganta, sem ser capaz de impedir seu corpo de reagir àquilo e aos sons que vinham do cientista. Era humilhante estar naquela situação. Ele imaginou o que aconteceria caso alguém os encontrasse… Droga, seu corpo o traiu mais uma vez, aquele pensamento descendo diretamente para entre suas pernas.
Quase como que notando aquilo, um dos braços mecânicos se moveu, como tinha feito antes, deslizando entre as pernas do Homem-Aranha e apertando contra a forma facilmente visível do membro excitado desse. O rapaz gemeu, movendo os quadris em resposta ao toque.
“Ah, olhe só para você, Homem-Aranha…” Ock disse, respirando em lufadas. “Eu gostei disso, sabia? Ter você de joelhos na minha frente. Olhando para mim, de baixo…” Ele riu, vendo as linhas no rosto do herói se tornando mais sérias. “Onde você sempre deve estar, aranha… Oh, merda…”
O Homem-Aranha continuou se remexendo, praticamente montado no braço de metal entre suas pernas, tentando se focar em seu próprio fazer, uma vez que Octopus estava fazendo o mesmo. Ele gostou da sensação, o metal sólido apertando contra sua virilha, as duas camadas de tecido, seu uniforme e a roupa de baixo, intensificando as sensações. Ele gemeu, sentindo saliva descendo por seu queixo, e ele chupou o vilão com mais gosto. Droga, que ele aproveitasse aquilo também. Ele sentia o peso daquele membro grosso em sua língua, apertando contra o interior de suas bochechas, abrindo espaço para si forçadamente.
“Ah, isso… Olhe só, cheio de necessidade…” Ock gemeu acima dele, o observando com olhos semicerrados. “Você não passa de uma putinha, não é, Aranha…?”
O Homem-Aranha respondeu com um gemido, já longe de se importar com sua dignidade. Seus olhos rolaram para trás. Pelo jeito ele não reagia só para elogios… Que modo de descobrir tal coisa, hein?
Ele notou como a voz de seu inimigo pareceu prender por um momento e o ritmo de seus quadris foi momentaneamente quebrado. Ock estava prestes a gozar. O braço entre suas pernas apertou com mais força, arrancando um gemido dele. E o som tirou uma reação do cientista, que o herói tinha de admitir que ele gostava de ver.
O Homem-Aranha sentiu o membro do outro atingir fundo em sua garganta e engasgou, só então notando que Octavius não estava planejando se afastar quando…
“Ah, merda…!” Doutor Octopus gemeu e o Homem-Aranha grunhiu quando o doutor parou, agarrando a cabeça do herói e empurrando seu pau o mais fundo possível. O Aranha engasgou, sentindo o gozo de seu inimigo atingindo o fundo de sua garganta. “Ah, isso, assim… Pode engolir tudinho, Aranha…”
O Homem-Aranha gemeu. Ock não se moveu, ele só ficou ali, forçando o Homem-Aranha a engolir seu gozo; um pouco deslizou por entre os lábios do vigilante, sujando ainda mais seus lábios e seu queixo. Droga, ele tinha que admitir que aquilo o deixava excitado… Ele podia sentir seu próprio membro pedindo, necessitando ser tocado. Mas nem o doutor, nem o braço mecânico parecia interessado em o ajudar com aquilo.
O herói ergueu os olhos para o vilão, esperando alguma coisa. Octopus o observou enquanto recuperava o fôlego. Seus olhos estavam escuros e ainda havia um sorriso torto em seus lábios. Homem-Aranha não sabia se ele queria beijar ou socar aqueles lábios.
Depois do que parecia ser uma eternidade, Ock se moveu, deslizando seu membro agora flácido para fora da boca do Aranha com um som satisfeito. O herói respirou fundo, tossindo levemente.
Ele sentiu uma mão tocar sua cabeça, enquanto o doutor se afastava - provavelmente para admirar o herói em seu estado - e os braços o soltaram só um pouquinho.
Era exatamente o que o Homem-Aranha esperava que ele fizesse.
Com um movimento rápido, o Homem-Aranha se livrou dos braços mecânicos. Ainda atordoado pelo seu orgasmo, Doutor Octavius não pôde lutar contra ele a tempo. O herói grudou os braços de metal na parede atrás do cientista com suas teias, antes de agarrá-lo pelos pulsos.
Os dois se encararam, olho no olho.
Peter inclinou a cabeça para o lado e Otto sorriu. Eles trocaram um beijinho.
O Homem-Aranha assaltou a boca de Octavius, se apertando contra ele, esfregando sua virilha contra o membro já exausto do doutor. O homem grunhiu e arfou, surpreso pelo contato quando o Homem-Aranha mordeu seu lábio.
Olhos marrons e sérios, levemente pálidos, se voltaram para o herói. O Homem-Aranha sorriu torto para ele.
“Minha vez, Octopus.” Ele disse.
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