Banguela x Soluço - De volta ao início

Banguela x Soluço - Canon x Canon - Como Treinar o Seu Dragão - Sexo, gay, romance, detalhes animais, diferença de tamanho, furry (scaly), rimming

Disclaimer: A série Como Treinar o Seu Dragão e seus personagens pertencem à Dreamworks Animation e Cressida Cowell. Esse é um trabalho de ficção feito de fã para fãs e sem fins lucrativos.

Todos os personagens aqui presentes possuem mais de 18 anos de idade. 

Capítulo 43 da fanfic To The Sky.

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   Com as costas contra a grama baixa, onde eles costumavam deitar quando o sol caía quase perfeitamente dentro do cânion, Soluço gemeu baixinho enquanto a língua de Banguela rolava por sua barriga. Ele sorriu. Banguela tinha começado a cismar com aquela área, especialmente agora que a mudança em seu cheiro dava mais confirmação de sua gravidez; sua barriga era ainda uma curva pequena, maior do que ele esperava, mas não muito notável, o fato dele ser magro como era talvez fosse o principal motivo pela qual a curva parecia mais fácil de notar.

   Soluço mal hesitou antes de tirar suas roupas, um arrepio confortável descendo corpo quanto o vento frio da noite caiu sobre ele. Ele já tinha ficado totalmente pelado no cânion, mas dessa vez era diferente… Soluço lançou um olhar para a direção das paredes de pedra, se lembrando, sem precisar pensar muito, de onde estava a entrada pela qual ele passava quase todos os dias para visitar o dragão.

   Banguela bufou, sua respiração caindo sobre o rosto quente de Soluço, e o rapaz se tornou para o dragão, encontrando olhos grandes e verdes o observando.

   — Ah, nada, nada, não, amigão… — Soluço desviou os olhos para a entrada escondida mais uma vez, e de repente se sentiu exposto demais. — Só… não dá pra parar de pensar e se… e se alguém aparecer aqui enquanto a gente…?

   “Eu ouviria antes de você.” Banguela bufou mais uma vez e inclinou a cabeça para baixo, lançando um olhar especifico para o humano, intenso, especialmente quando ele ergueu o lábio sobre os dentes. “E qualquer um que interromper a gente vai se arrepender…

   — Banguela…! — Soluço arfou quando o dragão apertou o focinho contra sua virilha, a língua grande e bifurcada dançando por cima do membro excitado do rapaz, quase como que mostrando que ele não iria parar, nem mesmo se alguém aparecesse para os interromper. Por algum motivo, isso só fez o sangue de Soluço correr com mais força por suas veias. — A-ah, isso, assim, amigão…

   A cada toque do dragão, Soluço sentia uma necessidade poderosa crescer dentro dele; ele andava se sentindo bastante assim desde o dia em que comeu o cogumelo e ele se perguntava se fazia parte dos efeitos estranhamente mágicos do fungo. Era como se seu corpo e mente continuassem os mesmos todos os outros momentos do dia, mas era apenas os dois começarem, que o fogo retornava. Bem, Soluço não estava reclamando, e era claro que Banguela também não estava.

   Não foi preciso mais que alguns movimentos da língua de seu Companheiro dentro do rapaz para ele estar pronto, ambos impacientemente se apressando, mas sem precisar se preocupar muito.

   — A-ah… — Soluço mordeu o lábio, mantendo seu peso sobre os cotovelos e vendo a ponta bifurcada do membro de Banguela deslizar para dentro dele, auxiliado pela saliva do dragão. — Isso…

   Depois de tantas vezes, os dois já se uniam de modo fácil, como se seus corpos tivessem totalmente se moldado um ao outro, assim como seus corações tinham feito muito antes.

   — B-Baguela…! — Choramingou Soluço, lançando um olhar para o dragão.

   “Gentilmente…” Banguela bufou de modo quase brincalhão, oferecendo Soluço um olhar e um sorriso de dragão enquanto deslizava apenas a ponta de seu membro para dentro e para fora. “Tem que ser delicado com você carregando os nossos filhotes…

   — S-sim… — Soluço gemeu a cada movimento, lento e provocador. Ele bateu levemente contra o peito do dragão, prendendo os olhos com esse. — Mas não é pra tanto, né? Vai fundo, amigão…

   Banguela soltou um som baixo e grave, as vibrações descendo por seu corpo, fazendo os dedos de Soluço formigarem quando passaram pelo peito poderoso do dragão, antes de seguirem ainda mais para baixo, onde eles se conectavam. Soluço mal pode se acostumar com as vibrações quando Banguela empurrou ainda mais dentro dele, o ronronar sendo trocado por um rosnado pesado.

   — Ah! Isso! — Exclamou Soluço quando prazer explodiu por seu corpo ao sentir o outro se mover cada vez mais e mais fundo, sua voz de repente alta entre as paredes de pedra da caverna e a calma da noite. Soluço virou o rosto para a entrada escondida mais uma vez, nervoso.

   “Ainda com medo?” Banguela bufou, inclinando a cabeça para baixo.

   — Ei, nem ouse! — Soluço retrucou, empurrando levemente a cabeça do dragão. — Eu só… nem quero pensar como seria se o Perna-de-Peixe aparecesse por aqui… — Ou então sua irmã. Seria ainda pior se fosse Biscoito… Soluço fez uma careta, desconfortável ao pensar na gêmea.

   O Banguela notou aquilo na mesma hora. Com um som baixo, ele apertou o focinho contra o pescoço do rapaz e Soluço suspirou, se inclinando contra o toque.

   “Então não pense.” Soluço bufou com aquele comentário. “Mas, se você quiser que eu ajude você a se esconder…

   — O que?

   Banguela não respondeu diretamente, apenas lançou um olhar para Soluço antes de reposicionar as pernas, de modo a sentar na base da cauda

   — Banguela, o que você…?

   Banguela envolveu Soluço com os braços e o puxou para cima. Soluço balançou os braços no ar antes de se agarrar ao corpo do dragão, feliz que ele ainda estava usando os arreios do mecanismo de voo; de repente Soluço estava apertado contra o peito do dragão, a cabeça apertada logo acima do coração poderoso de Banguela enquanto o dragão se sentava como um humano. E, naquela posição, Soluço sentiu a gravidade o puxando para baixo.

   — Ah! B-Banguela…! — Soluço gemeu ao sentir a o membro do dragão ainda dentro dele, naturalmente deslizando ainda mais fundo por causa da posição. Banguela arrulhou, lambendo o rosto do rapaz — A-ah, sim, tudo bem… T-tudo bem, Banguela… — Ele riu, encontrando os olhos do dragão, que pareciam o encarar com um brilho de expectativa. — Então…? Posição nova?

   “Você não é o único que gosta de inventar coisa.” O dragão ronronou, as vibrações descendo pelo corpo do humano. “E desse jeito…” Ele esticou as asas para os lados, como fazia depois de acordar, antes de gentilmente envolveu o humano em seu abraço com elas, completamente o escondendo do resto do mundo. “Ninguém vai ver você… se alguém aparecer.” Banguela ronronou, lambendo o rosto quente do rapaz.

   — É-é, criativo- Ah, gentil Thor… — Com a gravidade o puxando para baixo, permitindo que o membro de Banguela afundasse com mais facilidade dentro dele, Soluço se sentiu mais cheio do que jamais tinha sentido antes, mesmo sendo só a ponta. Ele se agarrou às cordas com mais força. — Devagar…

Banguela soltou um som baixo e suas pernas escamosas o seguraram com mais força, mantendo Soluço no lugar, impedindo que ele caísse ou que seu membro se movesse dentro dele, permitindo que o próprio rapaz mantivesse controle da situação.

   — A-ah, Banguela… — Soluço suspirou, sentindo as escamas do dragão esfregando contra sua barriga, quente e confortáveis. Tudo ao seu redor era Banguela e ele nunca tinha se sentido tão bem.

   Ele ergueu os olhos para o dragão, encontrando Banguela ainda o observando, um ronronar apreciativo e cheio de amor rolando por sua garganta longa. Soluço sorriu, erguendo uma mão e afagando a face escamosa de seu Companheiro.

   Havia algo de especial em fazer aquilo naquele lugar, algo que nem Soluço nem Banguela podiam realmente explicar.

   Banguela tinha uma vez acreditado que ali, preso entre paredões de pedra, seria o seu fim, ele nunca imaginaria o que iria acontecer quando reencontrasse aquele mesmo humano que tinha o soltado, o mesmo pequeno humano que ele tinha encontrado entre os arbustos anos antes…

   A noite ainda era jovem e os dois continuaram acordados sobre as estrelas por mais algumas horas, abraçados e conectados de um modo especial, no cânion onde uma vez eles tinham aprendido a verdade sobre como suas espécies não eram tão diferentes quanto eles pensavam ser.

   Durante aquele momento, assim como costumava acontecer luas atrás enquanto os dois brincavam entre as paredes de pedra, se divertiam na água e aprendiam a voar em união, o mundo ao redor desapareceu e tudo o que existia eram eles e a conexão que haviam feito.

   E ambos estavam ainda mais decididos, como naquele dia fatídico quando fugiram da arena, que nada, nem ninguém iria se colocar entre os dois.

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